5 Livros para dar de Presente

Final de ano chegando, que tal dar um livro de Presente? Eu selecionei 5 obras de gêneros variados que com certeza vão agradar a algum amigo.

Elas em Órbita – Projeto Elisas 
_Capa-ELASFruto de uma Oficina Literária só para meninas – organizada pelo coletivo Boas de Prosa – o livro é uma coletânea de contos e reúne 48 textos de meninas e mulheres das mais diferentes idades. O objetivo é justamente poder dar voz a essas meninas que carregam consigo o sonho de se tornarem grandes escritoras. Mais informações para adquirir o livro por boasdeprosa@gmail.com

 

Bárbara – Brunella Brunello (Editora Cousa)capa_BARBARA 
O primeiro livro da escritora Brunella Brunello oferece ao leitor um conjunto de histórias breves, aparentemente simples, que tocam aspectos profundos da existência. Ambientados em um condomínio de 10 andares, cujo nome jamais é revelado, os contos de Bárbara estão ligados por uma mesma unidade narrativa, entretanto, repletos de significados.

 

O Arquiteto Cego – Ruy Perini (Editora Pedregulho
capa 2Lena e Nina, sobrinhas de Teto, se empolgam ao ver o tio começando uma nova ideia. Elas acham que é uma casinha para suas bonecas, mas ele revela ser o projeto para a construção de uma catedral encomendada pelo rei. Assim começa O Arquiteto Cego, que traz a questão da acessibilidade para o debate de forma lúdica e sensível.

 

É corpo seu norte – Danilo Barcelos (Editora Kazua)25324062_1716332171730476_1187479432_n
Livro de poemas que pensa o corpo em seus muitos desdobramentos possíveis. O corpo é trem, casa, rio, viagem, linguagem, palavra, movimento, povo. Está no eu e no outro, em seus contatos diários, na busca por uma possibilidade de sensação capaz de trazer um sentido para seus múltiplos estados e usos.

 

Pustulâncias: menina bruta – Aline Prúcoli de Souza (Editora Cousa
23800058_1492264627476846_9183992966393357076_oDiante da impossibilidade de atribuir um gênero ao seu livro de estreia, Aline Prúcoli não hesita em chamá-lo de “degenerado”. A obra nasceu de uma vontade de transformar memórias (especialmente afetivas) em literatura e, ao mesmo tempo, denunciar as mazelas sociais de que ela foi vítima ou que testemunhou ao longo da infância e da adolescência.

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